casos confirmados no estado de São Paulo
em números
Se mais pessoas tomam a nova dose,
menos gente se infecta.
Escolha qual parcela do público de 6 meses a 59 anos participa da campanha em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
Adesão em 3 meses · proteção após 14 dias · transmissão pós-vacina 35%
em 12 meses
Em 12 meses, a cadeia continua crescendo no SIR homogêneo.
*A adesão entra uniformemente nos primeiros 90 dias e cada dose passa a proteger após 14 dias. O cenário central usa 35% como média assumida de transmissão nos casos pós-vacina. As manchas equivalem à porcentagem prevista para 14.095.215 habitantes e são redistribuídas a cada mudança do slider.
Entender a fórmula ↓O que era público
na data de corte
O número muda com a investigação. Por isso, cada dado abaixo informa a data e abre a publicação de origem.
casos confirmados no Brasil em 2026
Abrir boletim oficialcasos confirmados entre residentes da capital; nenhum óbito
Abrir boletim oficial da COVISASão territórios diferentes no mesmo boletim de 13/8. O Brasil soma 24 casos confirmados em 2026; 23 estão no estado de São Paulo e 20 são de residentes do município de São Paulo. O total estadual não mudou desde o balanço de 7/8, então o modelo continua partindo de 23 infecções iniciais. Os números são preliminares e podem mudar com a investigação.
Uma conta que
você pode refazer.
O modelo transforma cobertura em imunidade estimada e, depois, em potencial de transmissão. Mude qualquer premissa e veja o resultado responder.
Neste cenário simplificado, Re fica acima de 1. Isso não prevê a trajetória real do surto.
Após a campanha: 0 dose → 1 dose; 1 dose → 2 doses; 2+ permanece em 97% por falta de uma estimativa publicada para ganho adicional. Re combina risco de infecção de 100% / 7% / 3% e transmissão pós-vacina de 35% = 1,43.
Cobertura média
não conta tudo.
Uma média municipal pode esconder bairros, escolas e redes de contato com cobertura bem menor. É nesses agrupamentos que a transmissão encontra espaço.
O efeito calculado de uma campanha ampla
A média ponderada dos três municípios funciona como aproximação: 9,13% sem dose, 7,21% com uma e 83,66% com duas ou mais. Uma dose distribuída aleatoriamente gera, em média, 0,0878 nova proteção efetiva.
Ganho quando 100% participa. Quem já tem duas doses permanece em 97% no cenário central; não foi inventado ganho de terceira dose.
Menos pessoas suscetíveis
Quanto maior a imunidade efetiva, menor a fração de pessoas que pode sustentar novas transmissões.
Menos bolsões densos
Mesmo uma mudança pequena na média pode quebrar cadeias dentro de grupos locais muito conectados.
Mais proteção coletiva
Alta cobertura reduz o caminho disponível para o vírus, inclusive ao redor de quem não pode ser vacinado.
Não confie no site.
Confira a fonte.
Cada link leva à publicação que sustenta os dados ou parâmetros. As páginas oficiais continuam sendo a referência para qualquer atualização.
17 casos no Brasil naquele corte; 14 permaneciam em acompanhamento em São Paulo.
Balanço atribuído à Secretaria Estadual: dois casos importados, 21 relacionados à importação e 16 pessoas sem vacinação completa.
Consolida 24 casos no Brasil, 23 no estado de São Paulo e 20 entre residentes da capital; nenhum óbito em 2026.
Acompanha notificações, não confirmações. Na consulta, a série de 2026 exibia dados somente até a semana epidemiológica 24.
Série municipal final; usa processamento e metodologia próprios.
Histórico nacional e arquivos de casos confirmados por unidade federativa.
Página oficial dos boletins epidemiológicos do Estado de São Paulo.
Relatórios regionais, alertas epidemiológicos e painel de acompanhamento.
Referência usada no modelo: 93% com uma dose, 97% com duas e benefício residual em casos pós-vacina.
Revisão de 14 estudos. Sustenta o cenário central de transmissão residual; não determina um valor universal.
Três geometrias municipais usadas apenas para desenhar o mapa; não contêm projeção epidemiológica.
São Paulo 11.904.961; Guarulhos 1.349.100; São Bernardo 841.154. É o denominador do modelo.
Duas séries oficiais, dois retratos de cobertura
A nota federal de 28/7 informa D1/D2 para os três municípios; ponderadas pelas populações, resultam em 90,87% e 83,66%. O boletim municipal consolidado da capital informa 92,09% e 91,88%. O simulador usa a série federal como aproximação para todo o público de 6 meses a 59 anos — uma extrapolação explícita, não uma medição etária completa.
O que esta conta
consegue — e não consegue.
Transparência não torna um modelo perfeito. Torna possível saber onde ele pode falhar.
A campanha move 0 → 1 dose e 1 → 2 doses ao longo de 90 dias. A proteção começa 14 dias depois.
Um SIR por histórico de doses usa risco de 100%, 7% e 3%; caso pós-vacina transmite 35% no cenário central.
A porcentagem acumulada em 365 dias ativa pontos aleatórios novos a cada mudança do slider.
Hipóteses do gráfico: adesão uniforme em 3 meses; efeito após 14 dias; mistura homogênea; R₀ 14; geração de 14 dias; 23 infecções iniciais tratadas com transmissão plena porque não foi publicado o histórico individual completo; pontos redistribuídos a cada movimento do slider.
Sem dose, uma dose e duas ou mais. Calculado pela cobertura federal de cada município ponderada pela população.
O risco relativo restante é 100%, 7% e 3%. As eficácias vêm do CDC.
É hipótese de sensibilidade baseada em evidência de proteção residual; não é uma constante clínica universal.
A campanha é indiscriminada, mas o modelo não atribui benefício extra sem estimativa populacional publicada.
Falha primária significa ausência de resposta e pode transmitir como uma pessoa não vacinada; falha secundária preserva alguma imunidade, costuma ter menor carga viral e menor transmissão. Sem a proporção local entre esses grupos, os 35% funcionam como média central assumida. No explorador, 100% representa o limite conservador sem proteção residual e 10% representa o limite de transmissão muito reduzida.
- Aplica a participação escolhida na campanha ao longo dos primeiros 90 dias.
- Separa 0, 1 e 2+ doses e aplica 14 dias de espera até a proteção.
- Reduz a transmissão dos casos pós-vacina no cenário central.
- Projeta infecções acumuladas em 365 dias com um SIR multigrupo homogêneo.
- Converte a porcentagem prevista em uma nova distribuição aleatória de manchas a cada valor do slider.
- Permite testar premissas sem esconder a fórmula.
- Não prevê quantos casos ocorrerão nem atribui probabilidades clínicas.
- As manchas vermelhas não representam municípios ou trajetórias reais.
- Não representa redes reais de contato, bairros ou resposta de bloqueio.
- Não conhece o histórico vacinal individual completo dos 23 casos iniciais.
- Não mede ganho de uma dose adicional em quem já recebeu duas.
- Não substitui investigação epidemiológica nem orientação profissional.
Use a orientação oficial, não o simulador.
Consulte sua caderneta, uma unidade de saúde ou um profissional habilitado. Informações sobre públicos, calendário e locais de vacinação estão nos canais oficiais.
Abrir orientação da Prefeitura




